Favas à Nossa Maneira

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O curioso é pensar que para quem em criança lutou tanto contra as favas, como nós, hoje em dia as come com bastante frequência e com prazer.

Para hoje escolhemos umas Favas à Nossa Maneira, um prato que apetece quando o tempo começa a arrefecer e que gostamos de repetir. Para isso procurámos uma forma de fazer as favas tentando encontrar a fórmula para manter o máximo sabor com a menor quantidade possível de gordura.

Pode parecer estranho querer fazer um prato tradicional retirando-lhe gordura, mas na verdade conseguimos um bom resultado. Com a introdução da farinheira, que não é habitual neste prato, acabamos por dar o “must” que faltava para compensar e harmonizar os sabores.

As Favas à Nossa Maneira oferecem-nos uma quantidade e variedade de enchidos que permitem esquecer momentaneamente as favas e ter a ilusão de uma entrada. Bastam umas fatias de pão na mesa et voilà!

RECEITA

 

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  1. um sabor tradicional
  2. um prato rico com todo o sabor e menos gordura

 

Ingredientes:

  • 700g de favas (congeladas)
  • 600g de entrecosto
  • 100g de bacon
  • 1 farinheira
  • 1 morcela
  • 1 chouriço
  • 1 cebola
  • 2 folhas de louro
  • 1 cravinho
  • 1 c. (chá) pimentão doce em pó
  • azeite q.b.
  • sal q.b.
  • pimenta q.b.
  • 50ml de água

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Modo de Preparação:

Comece por cozer os enchidos. Numa panela com água coloque os enchidos ao lume, assim que a água levantar fervura baixe o lume e deixe cozinhar entre 30 a 40 minutos.

Depois retire os enchidos da água e deixe-os arrefecer bem para mais tarde os poder cortar sem se desmancharem.

nota: cozer os enchidos permite que a gordura fique na água conseguindo assim um prato com sabor mas muito menos gordura

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Coloque um fio de azeite num tacho, junte o bacon cortado em tiras pequeninas e deixe cozinhar até o bacon tostar.

Adicione ao tacho a cebola picada, o louro, o cravinho e deixe refogar até a cebola ficar translucida. Depois junte as favas, envolva-as bem no refogado e adicione a água para as favas não agarrarem ao fundo e não queimarem.

Deixe cozinhar em lume brando até as favas ficarem macias. Convém estar atento e experimentar para ver qual a textura pois as favas nunca são iguais e podem demorar mais ou menos tempo a cozer.

Quando estiverem no ponto junte uma colher de chá de pimentão doce em pó, tempere de sal a gosto e  envolva bem para ficarem com uma cor uniforme.

Enquanto as favas estão a guisar, corte o entrecosto às tiras acompanhando os ossos para que fique direito e numa frigideira com um fio de azeite frite-o até estar macio. Tenha o cuidado de o ir virando para ficar cozinhado por igual. Tempere com sal e pimenta a gosto, envolva bem e retire o entrecosto para uma travessa descartando a gordura que o mesmo largou.

Corte os enchidos às rodelas grossinhas e passe-os numa frigideira sem gordura apenas para tostarem levemente.

Para terminar,  coloque as favas numa travessa e disponha à volta e sobre as mesmas o entrecosto e os enchidos. Pode polvilhar com coentros picados.

Sirva de imediato!

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Nutrição – As Favas

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A Fava cujo nome científico é Vicia faba L., pertencente à família das Fabaceae (como os feijões e as ervilhas), e pensa-se que seja originária da época egípcia.

Sabe-se que em Portugal a região do Algarve é a principal zona de cultivo e é característico dos meses abril e maio.

A Fava pertence ao grupo alimentar das leguminosas. Estas podem ser divididas em:

  • Leguminosas Grãos, que resultam da cultura de grãos secos, como o feijão, ervilha, fava, grão-de-bico, lentilha, tremoço, feijoca e chícharo;
  • Leguminosas Oleaginosas, que contêm na sua composição uma maior quantidade de gordura, como a soja e o amendoim.

As leguminosas, representam uma excelente fonte de proteínas, hidratos de carbono complexos, vitaminas, minerais e antioxidantes que representam inúmeros benefícios para a saúde.

Conforme as recomendações da Roda dos Alimentos indicam, deve-se consumir 1 a 2 porções diárias de leguminosas, sendo que 1 porção representa 3 colheres de sopa de favas frescas cruas (80g).

Podemos utilizar as favas em variadíssimas confecções culinárias, como entradas, sopas, saladas e pratos principais.

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As Favas apresentam um elevado teor nutricional, pois contém na sua composição proteínas, hidratos de carbono complexos e um baixo teor em gordura. Tem um bom aporte de minerais, como o magnésio, fósforo e ferro e de Vitaminas do complexo B.

As Favas

Destacam-se alguns benefícios do consumo de favas para a saúde:

  • Efeito positivo no controlo dos níveis de colesterol e triglicerídeos
  • Aumento da saciedade
  • Auxilio na regulação do transito intestinal,

 

Dicas:

Supermercado/ Casa:

  • No supermercado, pode optar por escolher adquirir as favas frescas, secas ou congeladas. No caso de serem frescas, prefira as favas que apresentem as vagens mais grossas, de cor brilhante e sem sinais de deterioração. No caso de optar por favas congeladas, é importante manter a cadeia de frio entre o tempo de compra e a colocação no congelador.
  • As favas frescas devem ser conservadas no frigorífico ou no congelador em recipientes próprios.
  • É recomendado que as favas estejam bem cozinhadas para facilitar a sua digestão.

 

Curiosidades:

  • Por serem ricas em proteína, as favas são bastante utilizadas na cozinha vegetariana. No entanto, é importante referir que a proteína que a constitui é de baixo valor biológico, visto não conter todos os aminoácidos essenciais. Assim devemos combinar as leguminosas com cereais ou outros tipos de leguminosas, de forma a obtermos os aminoácidos em falta.
  • Apesar das leguminosas serem ricas em fibra, o que pode favorecer na regulação do transito intestinal, sabe-se que estas apresentam na sua constituição dois compostos, rafinose e estaquiose, que ao não serem absorvidos pelo organismo, ficam disponíveis para a fermentação por parte das bactérias intestinais, levando à formação de flatulência, gerando desconforto intestinal. Uma forma de reduzir o possível desconforto intestinal, poderá ser fazer a demolha das leguminosas, e trocar várias vezes a água durante a mesma.

 

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Por Cátia Carvalho da Silva

Nutricionista

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Cataplana de Porco Preto com Marisco

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A Cataplana é um utensílio culinário singular, invulgar e especial. Típica do Algarve transformou-se num verdadeiro símbolo do património gastronómico português.

Este magnífico recipiente serve para cozinhar alimentos e também para designar os pratos nele confeccionados.

Não existem registos oficiais sobre a origem da Cataplana, como foi criada ou quando apareceu exactamente ninguém sabe. Deduz-se que possa ter influências árabes devido à ocupação muçulmana do território Algarvio e que por isso a sua origem esteja ligada à Tajine marroquina feita em cerâmica mas cuja forma de cozinhar é muito similar.

Na verdade apenas se pode dizer que apareceu inicialmente no Algarve e só depois se popularizou pelo resto do país. É um utensílio bastante recente, só vulgarizado a partir dos anos 70, utilizada inicialmente nas casas particulares só depois começou a aparecer nos restaurantes.

A Cataplana assemelha-se a uma panela formada por duas partes côncavas (como se fossem duas panelas ligadas entre si) que se encaixam com a ajuda de uma dobradiça e dois fechos laterais que a tornam hermética.

Outrora um produto artesanal, a Cataplana foi durante bastante tempo feita na região Algarvia, à mão, pelos mestres caldeireiros conhecidos nesta região pela sua arte de trabalhar o cobre.

Primeiro feitas em zinco, passaram posteriormente a ser fabricadas em cobre. Este metal além de conduzir melhor e de forma mais uniforme o calor por toda a cataplana dá um sabor único aos cozinhados devido às suas características naturais.

Hoje em dia, devido à sua larga divulgação é feita de forma industrial. Pode ser de alumínio com um banho de cobre para lhe dar o aspecto característico, mas as mais vulgares são de inox pela facilidade de limpar e manter. Podem encontrar-se cataplanas de várias dimensões.

Ideal para confeccionar bivalves, como a ameijoa, o mexilhão ou as conquilhas, e toda a espécie de mariscos podem, no entanto, fazer-se Cataplanas de quase tudo.

Existem as de tamboril, de frutos do mar, de bacalhau, de garoupa, de lagosta, de carne de porco, de coelho, de perdiz…depois pode juntar-se cebola, pimento, batatas ou outros vegetais. Tudo adicionado em cru com os temperos necessários e deixado a cozinhar na Cataplana bem fechada, em lume brando, muito lentamente.

Cataplana de Porco Preto com Marisco é o resultado desta arte de cozinhar que de tão simples que é se torna tão extraordinária. Apenas ingredientes frescos e o vapor criado dentro das paredes deste utensílio peculiar fazem a sua magia e o resultado final é um prato absolutamente fantástico!

 

RECEITA

 

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  1. um aspecto magnifíco
  2. a fusão dos sabores é única

 

Ingredientes:

  •  500g de carne de porco preto (pá)
  • 6 salsichas frescas
  • 120g de bacon
  • 20 mexilhões
  • 8 camarões
  • 4 tomates pequenos
  • 1 cebola grande
  • 1 pimento vermelho
  • 2 dentes de alho
  • 100ml de vinho branco
  • 2 folhas de louro
  • 2 c. (sopa) de massa de pimentão
  • 1 c. sopa de vinagre
  • azeite q.b.
  • sal q.b.
  • pimenta preta q.b.
  • 1/2 ramo de coentros

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Modo de Preparação:

Primeiro pôr a carne a marinar com o pimentão, o vinho branco, os alhos esmagados, o vinagre o louro e a pimenta a gosto. Deixar estar na marinada pelo menos 2 horas.

Escaldar as salsichas para perderem uma parte da gordura e retirar a pele, reserve. Se não as escaldar deve introduzi-las na cataplana juntamente com a carne.

Cortar o bacon em tirinhas, colocar um fio de azeite no fundo da cataplana e fritar o bacon até estar dourado. Depois juntar a carne e deixar corar, tapar a cataplana e deixar cozinhar em lume brando 30 minutos.

Abrir a cataplana e colocar, por ordem de camadas, a cebola cortada em meias luas, o pimento cortado às tirinhas, o tomate sem pele cortado aos cubos e as salsichas. Temperar com sal, tapar novamente e deixar 10 minutos.

Voltar a abrir e juntar os mexilhões e os camarões, mais umas pedrinhas de sal e dar mais 10 minutos para cozinhar o camarão.

nota: nós utilizámos mexilhões congelados, se utilizar frescos não muda nada, coloque-os na mesma altura que o camarão

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No final abre-se a cataplana e polvilha-se com os coentros picados.

O ideal é servir com batatas sautées ou fritas, mas o acompanhamento fica ao gosto de cada um.

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Alheiras na Frigideira com Cebola Roxa

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Desde que as Alheiras na Frigideira surgiram na nossa vida que as temos feito com alguma regularidade.

São rápidas e fáceis de fazer, ficam muito parecidas com as tradicionais alheiras fritas mas têm a vantagem de não serem fritas em óleo e de ficarem inteiras e, mais importante, sem pele. São um prato muito simples mas que se quisermos fazer para servir aos amigos (temos alguns que são fans de alheira) pode levar um toque especial.

As Alheiras na Frigideira com Cebola Roxa são uma versão gourmet ideal para alturas especiais ou para sempre que apeteça!

 

RECEITA

 

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  1. fácil de fazer
  2. uma fritura leve, sem óleo
  3. a maravilhosa sensação de “não ter de lutar” com a pele
  4. a cebola roxa dá um toque gourmet

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Ingredientes:

  • 2 alheiras
  • 2 dentes de alho
  • azeite q.b.
  • 2 cebolas roxas
  • 1 c. (sopa) açúcar
  • 6 c. (sopa) de vinagre balsâmico

nota: nós utilizamos Alheiras de Caça Terras de Vento Leste

 

Modo de Preparação:

Primeiro descasque a cebola e corte-a em meias luas. Numa frigideira coloque um fio de azeite, adicione a cebola e deixe cozinhar até esta estar totalmente quebrada. Depois junte o açúcar e o vinagre e espere até que este evapore. Desligue o lume e reserve.

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De seguida, pegue nas alheiras, corte-lhes as pontas, e com uma faca bem afiada faça-lhes um corte, leve, pelo lado de fora de uma ponta à outra.

Numa frigideira coloque azeite a cobrir o fundo e os alhos esmagados (sem descascar) e deixe fritar ligeiramente os alhos para aromatizar o azeite. Depois retire os alhos e coloque as alheiras na frigideira,  deixe-as fritar aproximadamente 4 a 5 minutos e verifique se estão tostadinhas. Nessa altura vire-as cuidadosamente com a ajuda de umas espátulas e deixe fritar o mesmo tempo do outro lado.

nota: faça as alheiras numa frigideira onde estejam à vontade pois facilita o processo de virar

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nota: ao fritarem a pele das alheiras vai encolher e deixar as alheiras totalmente livres. A pele fica compacta numa ponta das alheiras, não a deve retirar pois pode desmanchá-las, deixe-a ficar pois quando estamos a comer acabamos por a colocar de lado e não interfere minimamente.

Para terminar coloque as alheiras numa tábua (ou travessa) e por cima disponha a cebola caramelizada. Se estiver na época sirva acompanhado por figos frescos que fica óptimo. Para completar faça umas batatas sautées ou outras a gosto.

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Marmelos Cozidos

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Estamos no Outono e os Marmelos estão aí  por todo o lado. E nós encantados, enquanto nos entrarem pela porta faremos com eles tudo o que até agora fazíamos com as maçãs.

Vamos usá-los nas saladas, fazer compota para acompanhar a carne de porco, fazer bolos invertidos ou talvez não invertidos, assá-los, cozê-los… Em qualquer dos casos os Marmelos vão sempre encontrar o seu lugar!

Já aqui falámos dos Marmelos na rubrica Nutrição, já fizemos Marmelada e Geleia de Marmelo. Desta vez partimos para uma aventura mais modesta fazendo uns simples Marmelos Cozidos.

Simples mas cheios de sabor, excelentes para comer ao pequeno-almoço ou ao lanche ou quando apetecer. Apenas com a própria calda ou porque não com umas nozes ou com umas amêndoas ou talvez com iogurte grego, ou…

 

RECEITA

 

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  1. muito fácil de fazer
  2. uma sobremesa leve

 

Ingredientes

  • 3 marmelos grandes
  • 6 c. (sopa) de açúcar (são 2 colheres por cada marmelo)
  • 1/2 pau de canela
  • 1 cravinho
  • 2 pétalas de estrela de anis
  • água q.b.

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Modo de Preparação

Comece por descascar os marmelos, retire-lhes o caroço e corte-os aos cubinhos. De seguida ponha os marmelos num tacho, cubra-os com água e tape.

Coloque o tacho em lume médio e deixe cozer os marmelos 15 minutos. Depois verifique com um palito se este entra sem dificuldade, nesse caso estão prontos.

nota: o tempo de cozedura pode variar ligeiramente em função da qualidade dos marmelos.

Quando estiverem cozidos, deixe-os arrefecer no tacho e depois ponha-os numa taça e guarde no frigorífico até ao momento de servir.

Se os quiser guardar por 2 ou 3 dias para ir comendo coloque-os numa caixa tapada.

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Tripas Enfarinhadas

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As Tripas Enfarinhadas muito populares no norte do país, principalmente no Minho e Douro Litoral, são um dos muitos petiscos da nossa gastronomia tradicional.

Feitas com as tripas de porco, (depois de devidamente preparadas) são recheadas com farinha de milho temperada com cominhos e pimenta, depois cozidas e então cortadas em pedaços para serem fritas

Inicialmente eram feitas em casa na altura das matanças do porco. Hoje que esse hábito caiu em desuso podemos encontrá-las em alguns talhos por toda a região norte já prontas para fritar. Nos outros pontos do país apenas alguns supermercados as têm.

Na verdade nós não queremos confeccionar Tripas Enfarinhadas, apenas queremos encontrá-las já prontas para as podermos utilizar nos Rojões à Moda do Minho que não são os mesmos sem sem elas, ou para as poder servir como entrada ou simplesmente como petisco para deliciar os amigos que gostam destas coisas!

 

RECEITA

 

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  1. crocantes
  2. o sabor dos cominhos
  3. indispensáveis nos Rojões à Moda do Minho

 

Ingredientes:

  • 2 embalagens de tripas (640g aprox.)
  • 1 c. (café) de cominhos moídos
  • pimenta branca q.b.
  • sal q.b.

nota: no norte do país podem encontrar as tripas enfarinhadas em vários talhos, nós só conseguimos arranjar no Continente mas parece que o Pingo Doce também tem.

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Modo de Preparação:

Abra as embalagens e escolha as tripas que estão bem recheadas rejeitando algumas pontas demasiado pequenas e sem recheio.

Seque-as bem com papel de cozinha para eliminar toda a humidade que vem na embalagem.

De seguida coloque uma frigideira ao lume com óleo abundante e deixe aquecer bem. Quando o óleo estiver bem quente frite as tripas até estas estarem bem douradas.

nota: não frite muitas de uma vez para não arrefecer o óleo evitando assim que fiquem encharcadas no mesmo.

Depois de fritas coloque as tripas em papel absorvente e enquanto estão bem quentes tempere-as com os cominhos, pimenta e sal. Envolva bem, agitando o papel de um lado para o outro. Para terminar coloque numa travessa e sirva!

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Quebradinhos de Limão

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Os Quebradinhos de Limão são verdadeiros raios de sol a brilhar à nossa frente! Ou serão pepitas de ouro envoltas num pó branco que reflectem uma luz  viva e estimulante.??

Depois do primeiro é muito difícil não comer mais um, e outro…à primeira dentada temos a sensação do crocante, depois descobrimos o interior suave e macio e ficamos completamente dominados pelo leve sabor a limão.

Uma coisa é certa, os Quebradinhos de Limão despertam-nos os sentidos, chamam a nossa atenção e estimulam-nos a curiosidade. É impossível resistir-lhes!

Os Quebradinhos de Limão são como pequenos Smileys, amarelos e sorridentes que nos deixam alegres e felizes!

 

 RECEITA

 

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  1. o agradável sabor a limão
  2. suaves e macios no interior
  3. crocantes por fora
  4. fáceis de fazer

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Ingredientes : 

  • 300g de açúcar
  • 115g de manteiga sem sal
  • 2 ovos XL
  • 4 limões (a raspa)
  • 1 c. (chá) de essência de limão
  • 280g de farinha
  • 145g de leite em pó
  • 1 pitada de sal
  • 2 c. (chá) de fermento
  • 2 c. (sopa) de sumo de limão
  • 1 c. (café) de corante amarelo (facultativo)
  • açúcar em pó q.b. para envolver

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Modo de Preparação: 

Numa tigela  junte o açúcar, a manteiga amolecida, os ovos, a raspa e o sumo de limão, a essência de limão e o corante. Bata bem até obter um creme homogéneo ligeiramente amarelado. Reserve.

Numa segunda tigela, adicione a farinha peneirada, o leite em pó, o sal e o fermento. Misture muito bem para  que os ingredientes fiquem bem envolvidos uns nos outros.

Junte a mistura obtida ao creme que reservou e envolva muito bem, sem bater,  até formar uma pasta. Tape com película aderente e coloque no frigorífico durante 2 horas.

Depois, com uma colher de sobremesa, vá tirando pequenas porções de massa e com as mãos molde bolas (mais ou menos do tamanho de uma bola de golfe, ou se preferir tenha em consideração que cada uma pode variar entre as 25g e as 30g) e passe-as bem pelo açúcar em pó de forma a ficarem totalmente cobertas.

Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal ou com uma película antiaderente para forno e leve ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante 11 minutos.

nota: se tiver alguma dúvida em relação à dimensão e à forma de envolver as bolinhas de massa consulte a receita dos Quebradinhos de Alfarroba.

Retire do forno e deixe descansar 10 minutos, depois coloque-os num prato  ou num tabuleiro para servir. E de seguida, delicie-se!

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  1. é muito importante que as bolas de massa fiquem muito, muito bem envolvidas no açúcar, pois caso contrário não vão quebrar da mesma forma, vão ficar menos abertos e logo menos bonitos.

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